quarta-feira, 13 de novembro de 2019

a dança afrodescendente

As danças africanas  integram a extensa cultura do continente africano e representam uma das muitas maneiras de comunicação cultural.
Esse tipo de manifestação é de extrema importância para o seu povo, constituindo parte essencial da vida.

cultura afrodescendente

A cultura afro-brasileira nasceu profundamente baseada nas raízes das culturas africanas e percorreu um longo caminho de séculos para que essa cultura fosse realmente conquistando autonomia e singularidade própria em seus costumes.

trafico









O Brasil recebeu mais africanos através do tráfico de escravos do que os portugueses que pisaram no país para colonizá-lo. Ou seja: é indiscutível que a população negra e a cultura que viajou com ela seja a base da formação do nosso país. A presença de símbolos e signos africanos na cultura popular brasileira realmente é clara e marcante, mas permanece relativamente pequena nas artes plásticas.

Racismo e desigualdade são discutidos em todas as escolas?

A desigualdade social não está na pauta de 40% das escolas do ensino público no Brasil. A diversidade racial fica fora de 52%. O racismo é mais discutido em sala de aula, mas ainda assim 24% das escolas não o abordam em projetos temáticos – ou seja, um universo de 12 mil escolas espalhadas pelo país.

história da áfrica e do brasil afrodescendente















 A história da áfrica e do brasil afrodescendente é um livro de lopes dos santos  da África é muito maior do que aquilo que foi ensinado por anos. Este livro pretende explorar algumas dessas histórias, dando especial atenção para as sociedades africanas que estiveram diretamente relacionadas à história brasileira. E por que essa escolha? Porque o Brasil é um país cuja história foi construída por milhares de africanos e seus descendentes, que durante muito tempo tiveram suas vidas e trajetórias pouco contadas ou totalmente silenciadas. Porque conhecer um pouco melhor o continente africano é uma forma de entendermos melhor o mundo e a nós mesmos.  Lopes dos Santos nasceu em São Paulo em 1982. É mestre e doutora em História Social e especialista em História da escravidão nas Américas. Também trabalha com Ensino de História da África e das Relações Étnico-Raciais no Brasil, temas de outros livros seus. Já lecionou no ensino básico e atualmente é Professora Adjunta do CPDOC-FGV. Tem publicados os títulos Além da Senzala: arranjos escravos de moradia no Rio de Janeiro (1808-1850) e Licenciatura em História da África (em coautoria com Leonardo Pereira). História da África e do Brasil Afrodescendente é seu primeiro livro publicado pela Pallas Editora.

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

4 curiosidades sobre a cultura africana

Oi gente eu me chamo Horrana e hoje eu vim falar sobre algumas curiosidades da África...

1.O esporte do continente é o rugby

2. Os africanos são muito espiritualistas. Alguns deles acreditam que os elementos naturais estão cheios de espíritos. Eles seriam os responsáveis por fortalecer as colheitas e a pesca.

3.A África do Sul é o país mais desenvolvido do continente africano. Ele concentra 10 prêmios nobel. Três prêmios foram para a área de Medicina, dois para Literatura, 4 para paz e 1 para Química.

4.dialetos africanos. Palavras como banguela, caçula, macambúzio, batucar, cochilar e xingar foram adotadas pelos brasileiros.  

Legais essas curiosidades né?

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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Literatura

A literatura afrodescendente é muito rica, por isso trouxe alguns exemplos de escritores que escreveram livros sobre afrodescendentes e consciência negra.



Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908). Dentre suas obras citamos a trilogia Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1892) e Dom Casmurro (1900). Em sua poesia ocorrem referências esparsas ao negro, com o autor demonstrando preocupação em atenuar os aspectos ligados à cor negra.

Carolina Maria de Jesus (1914-1977). Aliou criação literária e experiência de vida para compor uma obra que está a merecer análises mais detalhadas: Quarto de despejo (1960), alcançou repercussão internacional, revelando uma produção de caráter documental e de contestação social. Seus livros seguintes foram Pedaços de fome (1963) e Diário de Bitita (1986).

Domingos Caldas Barbosa (1738-1800). Escreveu modinhas, lundus e seus poemas foram preparados para serem cantados. Radicou-se em Lisboa, onde pertenceu à Nova Arcádia Lusitana. Obras: Epitalâmio (1777), Viola de Lereno (1798).